Calculadora de Reserva de Emergência

Descubra quanto você precisa guardar, em quanto tempo chega lá e quanto deve separar por mês, de acordo com o seu tipo de trabalho e os seus custos fixos.

Qual é o seu tipo de trabalho?

Só o essencial: moradia, contas, mercado, transporte, saúde e parcelas mínimas.

% a.a.

Deixe em branco para ignorar o rendimento. Ou use o do seu CDB ou Tesouro Selic.

Valores de exemplo. Troque pelos seus.

11%da meta

Sua reserva ideal

R$ 18.000,00

6 meses de custos fixos (recomendado para o seu perfil)

Hoje a sua reserva cobre 0,7 meses de custos fixos.

Cada barra representa um mês de custos fixos.

Você já tem
R$ 2.000,00
Falta guardar
R$ 16.000,00
Tempo até a meta
2 anos e 8 meses
Guardando por mês
R$ 500,00

Caminho até a sua meta

Projeção do saldo da reserva mês a mês.

R$ 0,00R$ 9.000,00R$ 18.000,00MetaHoje16 meses32 meses
  • 25%

    R$ 4.500,00

    em 5 meses

  • 50%

    R$ 9.000,00

    em 1 ano e 2 meses

  • 75%

    R$ 13.500,00

    em 1 ano e 11 meses

  • 100%

    R$ 18.000,00

    em 2 anos e 8 meses

Quer chegar mais rápido?

  • Em 12 mesesR$ 1.333,33/mês
  • Em 24 mesesR$ 666,67/mês

Seu orçamento

  • Custos fixos: 67% do salário.
  • Você guarda 11% do salário.

Como chegamos nesse valor

Base para o seu tipo de trabalho
6 meses
Dependentes
+0
Única renda da casa
+0
Meses recomendados (máximo de 12)
6
Meta = custos fixos × meses
R$ 3.000,00 × 6 = R$ 18.000,00

Prefere definir você mesmo?

Os resultados são estimativas e não consideram novos aportes além do informado nem mudanças na sua renda. Não é recomendação financeira.

Cansado de controlar sua reserva em planilha?

No Granfácil você registra seus gastos, vê quanto sobra por mês e acompanha o avanço da sua reserva de emergência direto no celular, sem planilhas confusas.

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O que é a reserva de emergência

A reserva de emergência é um dinheiro separado exclusivamente para situações inesperadas que você não consegue adiar nem evitar. Ela existe para que um imprevisto não vire dívida: sem esse colchão, o conserto urgente ou a demissão acabam indo parar no cartão de crédito, no cheque especial ou em um empréstimo com juros altos.

Diferente de um investimento comum, o objetivo da reserva não é render o máximo possível. O que importa é ter segurança, poder resgatar rápido e preservar o valor do dinheiro. Por isso, ela costuma ser o primeiro passo de qualquer planejamento financeiro, antes de investir para objetivos de longo prazo.

Quando usar a reserva de emergência

Use a reserva só em emergências de verdade, aquelas que são urgentes, inesperadas e necessárias:

  • Perda de emprego ou queda brusca de renda.
  • Despesa médica ou hospitalar que o plano não cobre.
  • Conserto urgente do carro, da moto ou da casa.
  • Equipamento essencial quebrado, como geladeira ou computador de trabalho.

Viagem, troca de celular e promoção imperdível não são emergências. Para gastos previsíveis, como IPVA, seguro e matrícula, crie uma meta separada. Se você usar a reserva, a prioridade passa a ser repô-la.

Quanto guardar: CLT, servidor público e autônomo

O tamanho ideal depende de quão previsível é a sua renda. Quanto maior o risco de ela parar ou oscilar, mais meses de custos fixos você deve ter guardados.

CLT: cerca de 6 meses

Quem trabalha com carteira assinada tem benefícios como FGTS e seguro-desemprego, mas eles não chegam na hora e não cobrem todas as contas. Seis meses de custos fixos é uma referência equilibrada.

Servidor público: cerca de 3 meses

A estabilidade do cargo reduz o risco de perder a renda, então uma reserva menor costuma bastar. Ainda assim, ela cobre imprevistos de saúde, da casa e do carro.

PJ, MEI e autônomo: até 12 meses

Renda variável, sem FGTS nem seguro-desemprego, pede um colchão maior. Meses fracos são mais prováveis e reconstruir a reserva depois leva mais tempo.

Em qualquer caso, ter dependentes ou ser a única renda da casa pede uma margem extra. A calculadora acima já considera esses fatores.

Como calcular a sua reserva de emergência

  1. 1. Some seus custos fixos mensais

    Inclua apenas o essencial: moradia, contas de consumo, mercado, transporte, saúde, escola e parcelas mínimas de dívidas. Gastos supérfluos ficam de fora.

  2. 2. Escolha os meses de cobertura

    Use o tipo de trabalho como ponto de partida e ajuste para cima se você tem dependentes ou é a única fonte de renda.

  3. 3. Multiplique

    A fórmula é simples: meta = custos fixos × meses de cobertura. Com R$ 3.000 de custos e 6 meses, a meta é de R$ 18.000.

  4. 4. Defina quanto guardar por mês

    Divida o que falta pelo valor que você consegue guardar por mês para estimar o prazo. A calculadora faz essa conta e mostra também quanto seria preciso guardar para chegar em 12 ou 24 meses.

Onde investir a reserva de emergência

A reserva precisa de três qualidades: segurança, liquidez diária e algum rendimento. Estas são as opções mais usadas:

Tesouro Selic

Título público com rendimento atrelado à taxa Selic e resgate rápido. É uma das opções mais seguras do mercado.

CDB com liquidez diária

Permite resgatar a qualquer momento e costuma pagar um percentual do CDI. Os depósitos têm a proteção do FGC, até R$ 250 mil por CPF em cada instituição.

Conta remunerada

O saldo rende automaticamente e fica disponível na hora, o que é prático para quem quer o dinheiro sempre à mão.

Fundo DI conservador

Acompanha o CDI. Vale olhar a taxa de administração, porque ela reduz o seu rendimento.

Evite deixar a reserva em ações, criptomoedas ou investimentos que podem perder valor justamente quando você precisar resgatar.

Como montar a reserva mais rápido

Automatize o aporte

Programe uma transferência para o dia em que o salário cair. Assim a reserva cresce sem depender de força de vontade.

Comece com um mês

Um mês de custos fixos já protege contra a maioria dos imprevistos e é uma meta muito mais fácil de começar.

Use dinheiro extra

13º salário, restituição do imposto de renda, bônus e vendas de itens parados aproximam a meta de uma vez só.

Mantenha a reserva separada

Guarde em uma conta ou investimento só para isso, longe do cartão de débito. Se o dinheiro não está à vista, fica mais fácil não gastar.

Se ainda não sabe quanto sobra por mês, comece dividindo sua renda com a calculadora da regra 50-30-20.

Perguntas e respostas sobre reserva de emergência

O que é reserva de emergência?

É um dinheiro guardado só para imprevistos, como perda de emprego, problema de saúde ou conserto urgente. Ela fica em um investimento seguro e com liquidez diária, para você resgatar quando precisar sem perder rendimento.

Quantos meses de reserva de emergência eu preciso ter?

Uma referência comum é de 3 meses de custos fixos para servidores públicos, 6 meses para CLT e até 12 meses para autônomos, MEI e PJ. Quem tem dependentes ou é a única renda da casa deve mirar mais alto. Use a calculadora para ver o valor exato do seu perfil.

O que entra no cálculo dos custos fixos?

Apenas o que você não conseguiria cortar se a renda parasse: moradia, contas de água, luz e internet, mercado, transporte, saúde, escola e parcelas mínimas de dívidas. Lazer, restaurantes e compras não entram, porque seriam os primeiros gastos a cortar numa crise.

Onde investir a reserva de emergência?

Em opções com segurança e liquidez diária, como Tesouro Selic, CDB com liquidez diária e conta remunerada de banco. Confira sempre se o resgate cai no mesmo dia ou no dia seguinte e se o investimento tem proteção do FGC, quando for o caso.

A poupança serve para a reserva de emergência?

Serve, porque tem liquidez imediata e é simples. O ponto fraco é que, em muitos períodos, outras opções com a mesma facilidade de resgate rendem mais. Compare as alternativas antes de decidir e nunca troque segurança e liquidez por um rendimento um pouco maior.

Posso contar o FGTS como reserva de emergência?

Não é o ideal. O FGTS só pode ser sacado em situações previstas em lei, então você não tem acesso a ele em qualquer emergência. Trate-o como um complemento em caso de demissão, e não como a sua reserva principal.

Devo montar a reserva antes de pagar dívidas?

Uma estratégia comum é juntar primeiro uma reserva inicial pequena, de cerca de um mês de custos, para não voltar a se endividar a cada imprevisto. Depois, priorize quitar as dívidas com juros mais altos, como cartão de crédito e cheque especial, e então complete a reserva.

Como montar a reserva ganhando pouco?

Comece com qualquer valor e automatize a transferência no dia em que o salário cair. A constância pesa mais do que o tamanho do aporte. Dinheiro extra, como 13º salário, restituição do imposto de renda e bônus, acelera bastante o caminho.